Na hora de escolher o banco ideal para financiar a casa própria é preciso estudar todas as condições, exigências e analisar as melhores taxas. da Durante muito tempo, a Caixa Econômica Federal foi o maior financiador imobiliário do país e à opção mais barata para adquirir o crédito.
Porém, nos dias de hoje, essa realidade mudou. Nesse primeiro semestre de 2018, o Santander, Itaú, Bradesco e Banco do Brasil apresentam as melhores taxas para o financiamento imobiliário.
É muito importante ficar atento com o valor das taxas de juros, pois são determinantes para indicar o custo do financiamento. Uma taxa de juros mais alta será o suficiente para aumentar o valor da prestação e consequentemente o montante final que você terá de pagar.
O nível de relacionamento do cliente com o banco interferirá na cota e taxa de juros da contratação do crédito imobiliário. Por isso, é importante consultar mais de uma instituição bancária e avaliar as melhores alternativas de financiamento.
Pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH), a Caixa Econômica Federal financia até 80% dos novos imóveis e 50% dos usados. A taxa mínima é de 10,25% a.a. + TR e máxima é de 11% a.a. + TR.
O Banco do Brasil financia até 80% do valor de avaliação ou compra e venda, no que for menor. As taxas de juros são a partir de 9,24% a.a. + TR e podem ser flexibilizadas de acordo com o relacionamento do cliente com o banco.
O Bradesco também financia até 80% do valor do imóvel residencial, novo ou usado e o prazo do financiamento imobiliário é até 30 anos para pagar. Taxa de juros a partir de 9,30% ao ano + TR.
No Itaú, o percentual de financiamento máximo é de até 82% do valor do imóvel, com valor mínimo de R$ 80 mil. As taxas são a partir de 9% a.a + TR, de acordo com o relacionamento e o histórico do cliente com o banco.
Já no Santander o percentual máximo é de até 80%. O financiamento permitido para imóveis com valores a partir de R$ 90 mil e com valor a partir de R$ 60 mil. Com taxas de juros a partir 9,49% ao ano. O comprometimento máximo de renda pode ficar entre 30% e 35%, mas varia de acordo com a análise de crédito.
*Informações enviadas pelas assessorias das instituições bancárias em março de 2018.